Para quem, assim como este blog, não aguenta mais o festival de besteiras e creticines protagonizadas de igual forma tanto pela situação quanto pela oposição, recomendamos a leitura do excelente artigo a respeito do "cuidadosamente esquecido" Imposto Sobre Grandes Fortunas ( art. 153, VII da CF), de autoria do Procurador da Fazenda Nacional, Almir Teubl Sanches, na edição desta sexta-feira da Folha de São Paulo. Em respeito aos direitos de reprodução da Empresa Folha da Manhã S/A, nos eximimos de transcrevê-lo.
sábado, dezembro 15, 2007
IGF
Para quem, assim como este blog, não aguenta mais o festival de besteiras e creticines protagonizadas de igual forma tanto pela situação quanto pela oposição, recomendamos a leitura do excelente artigo a respeito do "cuidadosamente esquecido" Imposto Sobre Grandes Fortunas ( art. 153, VII da CF), de autoria do Procurador da Fazenda Nacional, Almir Teubl Sanches, na edição desta sexta-feira da Folha de São Paulo. Em respeito aos direitos de reprodução da Empresa Folha da Manhã S/A, nos eximimos de transcrevê-lo.
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quinta-feira, dezembro 13, 2007
Náusea
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domingo, dezembro 09, 2007
Rescue Dawn (O Sobrevivente)
A história tem início em 1965, quando a Guerra do Vietnã vivia a sua fase embrionária. O Sobrevivente é Dieter Dengler (Christian Bale), alemão naturalizado norte-americano, piloto da força aérea em missão no Laos. Dieter é abatido pelas forças vietcongues, cai na floresta e vira prisioneiro. Na prisão, encontra-se com outros prisioneiros, todos civis, derrubados quando voavam em um avião de carga que levava mantimentos para a região.

O inferno da guerra é igual para todos. Demônios são demônios e vítimas são vítimas, independente de nacionalidade .
O filme é de um realismo chocante, marca registrada de Werner Herzog. Sofremos com a luta desesperada de Dieter pela sobrevivência, e nos comovemos com a habilidade e a superação por ele empreendida para preservar o nosso bem mais sagrado: a vida.
Rescue Dawn é um manual de sobrevivência, sem clichês apelativos, que nos transmite a certeza de que mesmo quando tudo parece perdido, quando até mesmo a razão parece querer nos deixar, superar a dificuldade é possível.
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8 de dezembro

Há 27 anos, John Lennon era assassinado na porta de casa.
Há 13 anos, a música brasileira perdia Tom Jobim.
Hoje à noite no Maracanã, o Paralamas do Sucesso provou mais uma vez que brasileiro sabe fazer rock de qualidade. Qualidade que, em se tratando de Herbert Viana, parece aumentar a cada dia que passa. A dor parece que tornou a sua guitarra mais pesada, mas ao mesmo tempo lhe permite cantar te forma ainda mais bela.
O que o Police fez logo depois foi demonstrar que o rock não envelhece. Aliás, envelhecer parece uma palavra estranha quando vemos Sting no palco. Summers, embora fisicamente velho, revelou uma espantosa jovialidade na guitarra. Já Copeland, nem tão velho, nem tão " jovem", segue sendo o mesmo endiabrado baterista e percussionista de antigamente.
8 de dezembro e música.
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sábado, dezembro 08, 2007
Rádio Blog: The Doors
Desde ontem, a Rádio Blog homenageia The Doors. Acesse os links dos clipes e leia o post publicado na noite de ontem.
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"Sobre a escrita e o estilo"
Arthur Schopenhauer, A arte de escrever, L&PM pocket
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sexta-feira, dezembro 07, 2007
The Doors
Tive a felicidade de nunca conviver com essa espécie de alienados. Sempre admirei o que de melhor os Estados Unidos da América legaram à humanidade.
Dentre os meus ícones norte-americanos, um espaço significativo reservei aos Doors.
Nascida no ano de 1967, em solo californiano, regado a muito ácido e embebido no melhor da contracultura - beatniks, jazz, Blake, Huxley -, The Doors, conduzida pelo entorpecente órgão deManzarek e pela poesia loucamente genial de Jim Morrison têm um lugar cativo no panteão dos grandes músicos do século XX.
As "viagens" de Morrison, lisergicamente construídas a partir de cultos xamanistícos e remissões diretas aos grandes poetas da língua inglesa - sobretudo William Blake -, conduzem-nos ao universo paralelo aberto pelas portas de uma percepção bloqueada pelo superego - portas que Aldous Huxley abriria para adentrar em um mundo hipersensível aos desejos mais recônditos da alma humana, muito embora para isso tenha necessitado recorrer ao LSD.
Ouvir os Doors é um exercício de transcendência inigualável.

Morrison, como nos mostrou Oliver Stone, não conseguia transcender sua existência auto-destrutiva sem recorrer às drogas. Não sabia que com o seu talento seria capaz de provar que a química artificial não é o único meio de abrir as portas da percepção.
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terça-feira, dezembro 04, 2007
Ditador?
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segunda-feira, dezembro 03, 2007
Vitória
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